
Precisamos que a questão “Tabagismo” extrapole os livros, os artigos, as propagandas os anéis de fumaça.
É uma questão reconhecidamente de saúde publica.
É papel de cada profissional de saúde abordá-la, deixar que faça parte de sua rotina de atendimento.
Quando defendemos o olhar para o paciente de uma forma integral, entendendo-o como pessoa, não como a parte, a doença, a queixa temos que conhecer e reconhecer os riscos que ameaçam sua saúde.
Temos sobretudo que buscar promover a saúde. Esta deve ser a lógica dos enfermeiros, dos médicos, dos assistentes sociais, dos psicólogos e de toda profissão de saúde, e de toda profissão inserida na saúde.
Teremos sempre a opção da neutralidade, do não se envolver? Aliás, temos esta opção?
Podemos fechar os olhos e pensar que não estamos vendo, mas vamos sentir. Qualquer risco pode ser um risco no nosso espaço. Mostrar-se disponível, atento e empático é essencial. Estar disponível para promover mudanças para a saúde e bem estar dos que nos elegem seu profissional.
Em favor do tabagismo há industrias, revistas, propagandas implícitas, há divulgação, há dependência de nicotina.
A favor do Tabagista têm que estar a saúde e seus profissionais.
Pensemos que abordar a questão do tabagismo com cada paciente, relacionando o fator de risco tabaco à possibilidade de comprometimento e agravamento de doenças, é vital. Motivá-lo a abandonar a dependência, acompanhando-o nesse processo é acima de tudo cuidar, é fazer valer a verdadeira lógica da saúde.