
Sabidamente quando envelhecemos, nos tornamos mais suceptíveis às doenças crônicas, tais como artrites, artroses, vasculopatias (infarto - derrames), diabetes, nefropatias e até o câncer, neste último pelo fato de as células terem se reproduzido muito mais vezes e por conseguinte tornam-se mais vulneráveis aos agentes cancerígenos (físicos, químicos e biológicos).
Assim sendo, considerando este fator natural no desenvolvimento de um câncer devemos nos prevenir dos fatores desencadeantes deste tipo de doença, e é aí que entra o papel maléfico do Tabaco. O fumo está demonstrado científicamente estar relacionado como fator de risco para as seguintes neoplasias malígnas:
Os tabagistas têm 20 vezes mais chances de desenvolver câncer de pulmão, sendo que também o fumante passivo passa a ser vítima deste mal.
Estima-se que o consumo de cigarros contribui com certa de 25-30% de óbitos por câncer nos homens e 5-10% nas mulheres, cujo câncer de pulmão vem aumentando no sexo feminino pelo crescente hábito do tabagismo. Por fim vale salientar que o tabagismo, muito comumente associado ao uso do álcool, é outro fator de risco principalmente para os cânceres de boca, faringe, laringe e esôfago.
Faz-se necessário campanhas esclarecedoras do malefício do tabaco, que minimamente causam outras doenças respiratórias não malígnas, porém, levam à um alto índice de morbidade, tais como bronquite tabágica, enfizema pulmonar, infarto cardíaco e impotência sexual.